20/01/2026

PROFISSIONAIS E IMPRENSA RECEBEM HOMENAGEM DA FAVELA DO SAMBA NESTE DOMINGO

O reconhecimento ocorre antes da apresentação dos sambas finalistas do concurso para o carnaval 2026
A Sociedade Recreativa Favela do Samba no dia em que completa 74 anos de fundação (26 de outubro) presta homenagem e reconhecimento aos profissionais de imprensa locais e promove uma grande resenha para escolher o seu samba enredo que embalará a nação favelense na próxima temporada carnavalesca, neste domingo, 26, à partir das 13 horas, quando a quadra da escola recebera várias atrações e as propostas finalistas do seu concurso oficial para escolha do samba-enredo para 2026, com o tema: “NELINHA DO BABAÇU: Da menina que buscava o fogo à mulher que trouxe sonhos, esperança e fé, uma metamorfose inspiradora!”,

Isso mesmo, neste dia 26 de outubro, domingo, durante toda a tarde a quadra da Favela do Samba receberá a participação de DJs, grupo de Pagode MARKÃO E SEUS PARCEIROS, Bloco Tradicional OS INDOMÁVEIS, das baterias da FLOR DO SAMBA e BATERIA CARCARÁ, além de uma suculenta feijoada que será vendida a preços de ocasião a nação favelense comemora o niver daquela agremiação e escolhe seu hino para o próximo carnaval com entrada franqueada para os amantes do movimento sambista e popular de nossa terra.

HOMENAGEM À IMPRENSA

Durante a grande domingueira favelense, já no início da noite, por volta das 19 horas, a direção da Favela do Samba prestará homenagens e reconhecimento a órgãos de imprensa e profissionais que tem colaborado com aquela agremiação carnavalesca, estando entre os homenageados o Sistema Mirante de Comunicação, Sistema Difusora de Comunicação, Tv Assembleia, Tv UFMA, Jornal O Imparcial, Jornal Pequeno, os jornalistas Joel Jacinto, Jonas Mendes, entre outros.

Diante disso, o Presidente da Escola, Euclides Moreira Neto, reforça o convite dizendo “venha passar a tarde/noite de domingo na Favela do Samba, pois a ideia é reunir muito samba, muita gente bonita que curte o samba maranhense e muita energia positiva, na nossa quadra socail”. Euclides ressalta ainda que o julgamento dos sambas finalistas será a partir das 19 horas, embora a resenha terá início no início da tarde. Finaliza o presidente convidando: venha comemorar e torcer com a nação favelense! será um momento de congraçamento”.

PROPOSTAS FINALISTAS

São finalistas do concurso da Favela do Samba as seguintes propostas: Samba 01, dos Compositores: Raul Silva, Paulo Silva e Paulo Silva Jr; Samba 03, dos Compositores: Luzian Filho e Josias; Filho; Samba 04, dos Compositores: Sílvio Rayol, Marcos Ribeiro, Marlon Melo, Cecel Mix e Camarão Mendes; Samba 06, dos Compositores: Joellson Braga, Nestor Melodia, Allyson Freitas, Júlio Cunha e Cláudio Ribeiro; Samba 07, dos Compositores: Gilvan Mocidade e Zé Lopes; Samba 08 dos Compositores: Adelson Ferreira, Nilson do Cavaco, Diego Silva, Ivan Coracinha e Bilu Avelar.

A sinopse do tema “NELINHA DO BABAÇU: Da menina que buscava o fogo à mulher que trouxe sonhos, esperança e fé, uma metamorfose inspiradora!” é de autoria do carnavalesco Pedro Padilha. A Sociedade Recreativa Favela do Samba concederá certificado de participação a todos os compositores que participarem do concurso. Ao vencedor do concurso será atribuído o prêmio em moeda corrente no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) e mais o Troféu Lira de Ouro. O samba vencedor será gravado para divulgação do seu projeto carnavalesco de 2026 da Favela do Samba, ficando os direitos autorais cedidos à Escola promotora para essa temporada e os anos subsequentes.

Diz a introdução do enredo favelense que “Foi sob uma densa floresta de grandes palmeiras, onde conta a lenda dos Apinajés, que uma bela e forte nativa desse povo chamada Moara, teria sido abandonada pelo companheiro e em sofrimento, para alimentar seus filhos, suplicou aos espíritos da floresta, para que lhe transformar em uma fonte de alimento que sustentasse todas as suas gerações. Ouvindo suas suplicas, os Encantados e Guardiões da floresta a transformaram numa linda palmeira e a batizaram de Palmeira de BABAÇÚ, Palmeira Mãe, e a partir daí todas as mulheres, as mães, que colhessem, quebrassem e vivessem desse fruto seriam chamadas Guardiãs dessa floresta. As novas gerações dessas mulheres viveram no futuro o mesmo drama de Moara, seus companheiros partiram em busca de novos destinos, e a maioria nunca retornou, mas essas mulheres não deixaram abater-se e mantiveram-se fortes, guerreiras, guardiãs, não deixaram que esse sacrifício fosse em vão e que essa dádiva morresse, para que esse OURO VERDE um dia não venha faltar”.