20/01/2026

HERBERT DE JESUS SANTOS INGRESSARÁ NA ACADEMIA, HOJE, E FAZ SAMBA-ENREDO À ESCOLA CARIOCA: SÃO E DOM SEBASTIÃO

         

                           Em acontecimento marcante para a sua vida de maranhense sempre voltado para o bem-comum, em que inclui a Cultura (popular, erudita ou literária), pelo que é conhecido, em quase 40 anos de profissão, o jornalista, poeta, prosador, compositor e folclorista Herbert de Jesus Santos (Betinho) tomará posse, nesta sexta-feira, às 16h30min, na cadeira 18, patroneada pelo poeta e professor Nascimento Morais Filho, na Aleart (Academia de Letras e Artes da Área Itaqui-Bacanga), no auditório do Estaleiro Escola do Tamancão. Na ocasião, após ser recepcionado pelo coordenador da Aleart, professor Raimundo Diniz Pinheiro, fizer o elogio ao patrono da cadeira fundada por ele, Herbert proferirá palestra sobre Entidades Literárias e Planos Editoriais, no Maranhão, entre parte do século 20 e começo do 21, seguida de sessão de autógrafos dos seus cinco livros mais recentes (dois premiados em concursos), em prosa e poesia, dentre os quais, seu 12.º, Um Terço de Memória, Entre Capela de Onça e o Anjo da Guarda,   e os Heróis do Boi de Ouro (A História de Fato e Direito do Bairro Anjo da Guarda).                                                                                                                              O coordenador da Aleart acrescentou, ao telefone, para a Imprensa, de forma que acelerará a ocupação das vagas, que também tomarão posse: Felipe Costa Camarão (advogado e secretário estadual da Educação), Igor Nascimento, Maria Vitória Rodrigues, Rosângela Castro Coelho da Vera Cruz, Moisés Nobre (ator, jornalista e cordelista), João Rodrigues, Roberto Nilton e Meire Lândia Alves Santos. “Com estes, serão trinta e um acadêmicos, mas, pelo Estatuto, vão ser, em breve, quarenta confrades”, revelou.                                                                                          Por outro lado, Herbert deverá participar da escolha do samba-de-enredo do Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, que apresentará, no carnaval de 2020, no sambódromo da Av. Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, sobre o tema O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião. Em vista do custo operacional, da gravação da composição do CD à estada, na Cidade Maravilhosa, Herbert de Jesus Santos está encaminhando, através do JP Turismo, carta aberta ao Governador Flávio Dino, contando a importância da precisão, em que pede o apoio do Palácio dos Leões.                    Carta aberta ao Governador Flávio Dino Excelentíssimo Sr. Governador do Estado: Considerando seu cotidiano atarefado, em resoluções de exclusividade às melhorias do Povo maranhense, valho-me deste meio de comunicação para solicitar, em nome do mesmo Povo maranhense, sua intercessão, com subsídio financeiro,   para que haja, em estúdio local,  a gravação da composição do samba-de-enredo de autoria deste seu conterrâneo para ser levada em CD à Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, com o tema O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião, com que a agremiação, que vem sendo a sensação popular, nos últimos anos, mostrará em desfile das congêneres do Grupo Especial, no carnaval, na passarela da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, em 2020. Trata-se da lenda messiânica do encantamento do Rei D. Sebastião, na Praia dos Lençóis, no município maranhense de Cururupu! Falamos do misticismo que cerca o Rei Sebastião I de Portugal e o touro negro coroado, originando o sebastianismo, que terminará com o rei desencantado, após ser o touro ferido na testa e um maremoto afundar São Luís, de onde surgirão a corte de D. Sebastião e seu exército de cruzados.  Com isso, o carnavalesco do Tuiuti, João Vítor, fará uma correlação entre o Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro (São Sebastião) e o mito que envolve Dom Sebastião, desaparecido na Batalha de Alcácer-Quibir contra os mouros, em Marrocos, na África, no séc. 16.                                                                     “Também precisaremos, a expensas do Estado, para 10 (dez) artistas nossos, de passagens aéreas ao Rio, ida e volta, e estada, e condições para o deslocamento ao Bairro São Cristóvão, onde se situa a sede da escola de samba supracitada, para mostrarmos o trabalho musical ao vivo. Se houver a nossa escolha, para a qual estamos lutando, numa disputa de bom nível e competitiva, a honra ao mérito memorável será mais ao Maranhão, pela exposição, ao Mundo (pois o desfile também é transmitido para fora do Brasil, com um público potencial de mais de 2 bilhões de pessoas), de uma parte relevante do nosso acervo cultural, e cedo causará expectativa à imensa colônia maranhense, no Rio, que torcerá pela nossa vitória no certame que selecionará, certamente,  a melhor proposta.                                                                 “No mais, Excelência, aguardamos, de antemão, com o coração receptivo, sua boa acolhida ao nosso propósito de bem-comum e nativismo, e nos colocamos, como sempre, à disposição da nossa extremada terra. Para este Projeto do Maranhão acontecer, pelo que sabemos, depois do Governo do Estado, maior, só Deus! Atenciosamente, o             coestaduano e, igualmente, admirador e defensor da maranhensedade,  Herbert de Jesus Santos.”

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