José Oliveira Ramos (*) Jornalista

JJ esquece a ressaca e tenta fazer uma análise das coisas. É preciso entender que, na vida, tem tudo limites, ainda que alguns não queiram aceitar. A cidade é uma violência só e alguns meios de comunicação, a troco não se sabe de que, vivem mentindo, dizendo que caiu isso e que caiu aquilo. Cada dia se rouba mais, cada dia se assalta mais e cada dia se tem menos segurança.
A cidade é um buraco só, o trânsito é uma merda e o que vemos é alguém elogiando a incompetência do Canindé e do Edivaldo, também a troco não se sabe de que. Assim, é melhor tentar tirar férias disso, ainda que alguém tenha que enfrentar estradas federais e estaduais também péssimas e esburacadas e fugir para o interior, onde também tem violência, mas é menor e em casos isolados.
O carnaval de São Luís ficou restrito aos clubes sociais, AABB, Apcef e Iate. Neles, pelo menos se imagina que tem um pouco de segurança. Ao contrário disso, bem ali em Guaramiranga, serra cearense, a Prefeitura quase foi obrigada a fechar a cidade porque não cabia mais ninguém para ver o Festival de Jazz. O carnaval de São Paulo está no mesmo caminho, Joel.
Ninguém é obrigado a tolerar aquilo todos os anos. Repito: tudo tem limites. Igual é no futebol: os arrendatários de horários esportivos, aos domingos, em vez de discutir o futebol local para tentar encontrar e sugerir mudanças boas, ligam direto na Globo, Jovem Pam e outras e vida que segue. Depois vão reclamar com o Papa Francisco. É isso, amigo. Caia na real. Bom dia!
