
Por Thiago Bastos – Jornal O Estado do Maranhão
Festa começou de forma segregadora na capital; com adequações sociais do fim do Império, adotou-se uma linha de aceitação de igualdade entre classes; neste contexto, a folia, confinada a ambientes fechados, volta para a rua
A festa mais popular do país começou a sua história na capital maranhense de forma segregadora. Foi assim o início do carnaval na cidade que, com seus costumes e características, fizeram parte de um momento histórico importante e de transição dos séculos XIX para o XX. Uma tradição que começou a partir do fim de um dos períodos mais cruéis do país tornou-se um encontro em que o “proibido”, muitas vezes, transforma-se em algo permissivo.
De festa popular à migração para as elites. Dos limões-de-cheiro aos confetes, serpentinas até os tempos modernos. A origem do Carnaval no país inicialmente se dá com o chamado “entrudo”, ou seja, com uma brincadeira que consistia pela saída de um grande grupo pelas principais ruas das cidades, onde participavam desde escravos, passando por libertos e pessoas do povo.
Conforme cita Ananias Martins, em “Carnavais de São Luís” – obra lançada em 2013 – a chamada onda do “entrudo” foi questionada pelas elites da época. As categorias mais privilegiadas incomodavam-se com o fato de que os representantes das classes menos favorecidas literalmente “tomavam conta” das ruas em prol unicamente da diversão e folia. “Isso trouxe muito incômodo para as classes dominantes, que passaram a questionar o fato”, disse o professor.
Ananias trouxe o fato como uma tentativa das elites de, em meados do século XIX, literalmente “higienizar” as ruas e avenidas. As proibições de “ajuntamento” das massas populares tornaram-se mais frequentes, ao mesmo tempo em que, no período, começaram a surgir manifestações como os bailes de polka, valsa, marzuca e quadrilhas francesas. Todas estas, de acordo com pesquisadores, foram trazidas sob a inspiração de ideais europeus.
Com adequações sociais do fim do Império e, principalmente, a partir do declínio da atividade escravocrata, adotou-se uma linha de aceitação de igualdade entre classes. Foi neste contexto que – com o surgimento de uma classe operária e diversificada sexualmente com a participação de mulheres – as festas típicas de Carnaval, que até então estavam confinadas apenas aos clubes ou ambientes internos, voltam para os espaços públicos. Essa mudança é também vista na capital, São Luís.
Integrantes do Baralho do Garapé, um dos mais importantes de São Luís, segundo historiadores

Início do século XIX – a falta de divertimentos na cidade
Antes da transformação social advinda do fim do período escravocrata, a sociedade ludovicense era carente de atrações para a população. O fato foi comprovado por pessoas que viviam na cidade à época e por estrangeiros, como Henry Koster, filho de um comerciante inglês. Além de constatar o fato, o inglês também observou que, por causa da ausência de atrações na cidade, o gosto pela leitura – um dos hobbies da população européia – era trocado pelo gosto pelo jogo. Segundo Koster, citado por Ananias Martins, “o amor pelo jogo pode ser facilmente explicado no pequeno ou nenhum gosto pela leitura, e as grandes somas de dinheiro reunidas e os raros meios de despendê-las”.
O escritor João Afonso de Nascimento, também cita manifestações. Para ele, “inova-se nos bailes a tradição de dançar a valsa, a polka,a redova ou a varsoviana”. Tratam-se de danças trazidas em especial do leste europeu e que são incorporadas aos costumes da capital dos azulejos.
Outro que faz referência às manifestações nos grandes clubes é Astolfo Marques. Para o escritor, os “grandes clubes, as prestigiosas associações carnavalescas eram quase sempre de efêmera duração […] Assim, o Clube Francisquinha, em 1883, num luzimento fantástico pompeante e filantrópico, na sua meritória campanha em prol da redenção dos cativos”, citou Marques.O começo pra valer da festa e a apropriação do Carnaval pelas elites
Em 12 de fevereiro de 1899, um registro de “O Abelhudo”, espécie de folha satírica dos costumes da política “sanluisense”, trouxe trecho em sua edição acerca do entrudo – uma das principais formas de diversão após um período de marasmo na cidade. D acordo com o exemplar, “ hoje é […] o grande dia destinado á folia, á ratice, á patuscada; – é o inolvidável dia do celebre e burlesco – você me conhece ? – o impagável dia em que devemos esquecer tudo quando ha de grave, triste e sério n’este mundo de miserias, e nos lembrar somente das brejeirices, das momices, dos cantos alegres, das danças patuscas, de tudo em summa quanto possa divertir a humanidade”.
O trecho retrata fielmente a forma de se brincar o Carnaval na cidade, ou seja, o chamado entrudo era sinônimo da festa, assim como em outras províncias do país. Antes do entrudo, havia o costume dos chamados “limões-de-cheiro” (simulacro de laranja envolvido por cera e certo volume de água) que, apesar de não envolver personagens fantasiados, também inspira o Carnaval na cidade pela espontaneidade, necessidade de interação e fuga de certos costumes da sociedade mais elitizada.
De acordo com Joelza Ester Domingues, em “Ensinar História”, a partir da primeira metade do século XIX, jovens lançavam os “limões” especiais entre si e feitos basicamente e de forma artesanal com cera. Segundo relatos, a brincadeira dos limões foi praticada até mesmo pelo “imperador D. Pedro II”.
Em alguns locais, como Rio de Janeiro e até mesmo em outras cidades menos importantes financeiramente do país, a brincadeira – que também de certa forma inspirou o Carnaval – passou a sofrer duras críticas por parte de alguns setores da população. Antes espontânea e do povo, a festa começou a ser vista como uma manifestação “perigosa”. Segundo Ananias Martins, nestes locais, era basicamente uma tentativa das elites de afastar estes costumes que não refletiam “certo grau de civilidade” das sociedades europeias. “Em São Luís, viu-se pouco deste costume, mas o pouco que se teve foi condenado e repudiado pelas elites”, disse Ananias Martins.
Mesmo sem o intuito de estabelecer uma “guerra”, e sim, uma amizade entre as pessoas, a brincadeira dos limões foi caindo em desuso. A partir daí, a festa passa a ganhar outros elementos e, segundo Euges Lima, já “se fazia presente na São Luís do final do século XIX a existência de um outro modelo de Carnaval, com um perfil mais elitista, mais aos moldes dos carnavais veneziano e parisiense”.
Ou seja, a festa – do chamado “você me conhece” – relatado por “O Abelhudo”, ou seja, quando o folião mascarado indagava os passantes nas ruas sobre a sua identidade seguido de insultos, jatos de água e limões na cara, dava lugar para uma festa, digamos, mais comportada e voltada para os clubes e outros ambientes em geral. Um registro desta festa mais pacata é possível de ser vista na Revista do Norte, com registro de aglomerado de participantes da festa no Largo do Carmo, Centro, no início do século XX.
Em “Ensinar História”, Joelma Domingues observou que, a partir daí, houve uma espécie de “apropriação do Carnaval pelas elites” e o surgimento de uma festa que Domingues chamou de “Carnaval civilizado”, que estava longe das ruas. Segundo ela, a transformação da festa vista em São Luís também acompanhava as mudanças percebidas em outras partes do país.
A época mais complexa do Carnaval – o carnaval dos cordões
Do início do século XIX – com suas transformações e características – até em meados da década de 1970, São Luís viveu a época mais áurea de sua história. Pelo menos em termos de manifestações, muitos historiadores e pesquisadores definem como o período mais rico da festa na cidade. Alguns pesquisadores, como Ananias Martins e outros citam o intervalo como o em que São Luís teve o terceiro melhor “Carnaval” do país.
Essas brincadeiras convergiam para os cordões e corsos que, até hoje, são vistos em determinados cantos da cidade. O apogeu dos cordões, por exemplo, que se caracterizavam pela união de foliões de toda a parte do território foram descritos por Carlos de Lima, em “Antigos Carnavais”.
De acordo com Lima, os cordões vinham “pela Vila Passos, do Canto da Fabril, do Alto da Carneira e da Madre Deus”. Segundo o escritor, moças e rapazes vinham fantasiados com calças lisas e blusas coloridas e entravam nas casas cantando e dançando” de toda a maneira.
Uma das figuras mais conhecidas do período era o chamado “urso”. Ou seja, era um brincante vestido com uma fantasia característica da época e feita de estopa para lembrar o pelo do animal e uma máscara. De acordo com relatos de jornais, o “urso fazia danças na porta das residências” enquanto um companheiro do tal urso fazia às vezes de recolhedor das moedas que eram ofertadas aos brincantes. A dupla, neste caso, em geral era acompanhada por uma charanga, composta por recoreco, cavaquinho e pandeiro”.
HISTÓRIAS DE CARNAVAL
Elementos atuais da folia: blocos organizados e desfiles de escolas

Após o começo, que mesclou elementos de domínio das classes dominantes com grupos de elite, a folia na capital se transforma em uma festa voltada para manifestações no Centro e incorporações de elementos, como as escolas de samba

Escola Marambaia do Samba desfilou em 2015 na passarela do Anel Viário; formato revela a incorporação de manifestações à folia de São Luís, segundo pesquisadores
SÃO LUÍS – A mais recente etapa do carnaval da capital maranhense é definida por historiadores em geral como o “carnaval do samba”, espécie de miscelânea entre as chamadas batucadas e o carnaval de passarela (com os desfiles dos blocos organizados de escolas de samba). O chamado carnaval do samba origina-se dos cordões, com seus corsos e multidões que saiam sem qualquer destino por ruas e avenidas da cidade.
Até o início da década de 1920, somente se falava na capital maranhense em batucadas. Em 1928, ocorre um verdadeiro marco para o carnaval mais moderno na cidade. Entre os bairros Caratatiua e João Paulo, emerge uma “turma de samba” que, debaixo de uma grande árvore até então fixada na praça em frente ao atual 24o Batalhão de Infantaria Leve (BIL), funda a “Mangueira” ou “Turma de Mangueira”, considerada a primeira escola de samba genuinamente ludovicense.
A escola de samba veio não somente das batucadas, como também das chamadas turmas de samba ou blocos. Grupos como Vira Lata, Cadete da Lua e Flor do Samba surgiram neste processo de transição entre formações de batucada e outras alternativas carnavalescas na cidade. “São Luís havia produzido até meados da década de 1970 um carnaval que em tudo possibilitava o surgimento das escolas de samba, porém nada indica que teria um perfil comum às do Rio de Janeiro”, disse Ananias Martins em “Carnavais de São Luís”, no capítulo que referenda o carnaval de samba. Além das batucadas, outra manifestação descrita nos autos de pesquisa é o famoso Baralho que, na visão de Ananias Martins, surgiu como uma espécie de “rancho”.
Na visão de Domingos Vieira Filho, o baralho – que atualmente é relacionado a um jogo – era uma “brincadeira típica maranhense com bandos de negros e negras esmolambados, pintalgados de tapioca de goma, empurrando sombrinhas e chapéus de sol desmantelados e sem pano, que percorriam as ruas da cidade numa gritaria infernal, ao som de recorecos, pandeiros e violões”.
Um dos mais famosos “baralhos” da época áurea do carnaval de rua da divina Madre Deus era o de Zé Igarapé. O grupo foi revitalizado em 1993 por Zé Pereira e Marlio Trindade. “Infelizmente é uma de nossas danças extintas do carnaval”, lamentou o pesquisador Ramssés Silva, que estuda o tema e possui registros fotográficos da época.
Uma característica marcante do baralho era a formação constituída basicamente por negros e pessoas de classes menos abastadas. “Não se sabe a origem do termo, mas a sociedade da época era realmente baralhada”, descreve Ananias em seus “Carnavais de São Luís”.

Os “assaltos” genuinamente ludovicenses no período carnavalesco
O leitor pode se espantar neste momento ao ler que o momento mais áureo da festa carnavalesca gerou os chamados assaltos que, nos tempos modernos, são associados única e exclusivamente à violência. Não é o caso deste período da sociedade ludovicense, em especial, do início da década de 1950. Um dos mais famosos cordões da festa carnavalesca – o assalto nada mais é do que a “surpresa de chegar a casa de algum amigo para fazer a festa”.
Além de chegar de surpresa, os assaltos eram feitos acompanhados de instrumentos, batucadas e com marchas de carnaval. Havia fofões ou mesmo fantasias de bloco. Depois de comer e beber “bastante” na casa do anfitrião “forçado”, os brincantes partiam para outra residência.
Os principais “assaltos” carnavalescos da capital, São Luís, foram vistos na região Central da cidade. A manifestação foi descrita por Terezinha Jansem em entrevista concedida à Fundação Municipal de Cultura (Func) em 1995. Segundo ela, “faziam aqueles assaltos carnavalescos, ou seja, se combinava um grupo de vinte, trinta pessoas e iam assaltar uma casa. O dono não estava sabendo de nada. Quem dava sanduíche, dava. Quem dava refrigerante, dava. Naquela época, não era refrigerante, era suco mesmo” descreveu.
Uma das pessoas que viveram esta época fielmente foi o editor de O Estado, José Ribamar Cardoso. Ele se recorda dos tempos em que vivia no Centro, mais especificamente na rua Afonso Pena, quando via blocos e também “assaltos” cujas vítimas eram os vizinhos. “Não tinha problemas, não tinha brigas. Pelo contrário, todos curtiam o carnaval de uma maneira muito próxima da essência da festa. Eu era criança e tenho boas lembranças deste tempo”, disse.
Para ele, há diferenças entre os costumes do carnaval de quarenta, cinquenta anos atrás com o que é visto hoje. “Atualmente, há muita confusão, muita violência infelizmente. Não se tem mais a valorização da festa como se tinha antigamente”, afirmou.
Casinha da Roça durante desfile no Carnaval de São Luís em 1998
O corso rural, a “Casinha da Roça”
Se o corso é um elemento trazido para a capital maranhense a partir das observações da festa em outras cidades e até mesmo países, a “Casinha da Roça” é mais do que a incorporação do elemento rural e regional à festa. Historiadores tratam a alegoria como “uma representação estilizada do corso” e, mesmo na atual folia, é vista circulando por ruas e avenidas da cidade carregando brincantes e amantes da festa.
A alegoria é feita de pindoba, com figurantes a caráter trabalhando na farinha, com “papagaio na janela”, com panelas típicas cozinhando alimentos essencialmente locais, como cuxá, tripa frita, peixe seco, dentre outros.
A primeira saída da casinha é relatada em periódico da época. De acordo com o documento, “e foi assim que, já no domingo de Carnaval, participando do corso que, naquela época, alegrava as ruas de São Luís, saiu pela primeira vez a hoje tradicional Casinha da Roça”. Na década de 1980, havia apenas registros de duas casinhas na cidade.
Do povo ao poder público, a festa se une à gestão pública
Até então, a iniciativa para a formação das escolas de samba era meramente popular, ou seja, por grupos amantes da festa. A partir da década de 1950, já havia uma organização de carnaval, a ponto de haver uma comissão para a festa e liderada pela administração municipal. A “comissão” tinha, a princípio, organizar os desfiles como um todo.
Na década de 1960, os principais grupos de escolas de samba têm suas raízes fincadas na região da periferia, como Tibiri, Sacavém, Floresta, Desterro, dentre outras localidades. No entanto, foi a partir da década de 1970 que se deu o processo de “carioquização” dos grupos organizados e escolas de samba, com a introdução de elementos, como a primeira bateria de metal, introduzida pela Turma de Mangueira.
Além dos instrumentos, o carnaval das escolas de samba também passou a introduzir as chamadas indumentárias. Ou seja, somou-se ao samba e ao corso elementos que passaram a exigir uma apresentação mais rebuscada das brincadeiras.
Foi aí que passou-se a promover o desfile das chamadas escolas de samba em pontos tradicionais da cidade, em especial, na região central da cidade. Um dos mais famosos era o circuito Deodoro, no Largo do Quartel, onde começou o carnaval de São Luís em tempos mais antigos. Além deste local, era comum ver escolas se apresentando em outras partes da cidade, como no João Paulo e na Praça João Lisboa.
Os desfiles passaram a ser bancados pelos “padrinhos” das brincadeiras e por pessoas abnegadas que tinham amor à festa. Além desta ajuda, as agremiações também contavam no início da década de 1970 também com a contrapartida do poder público, como ocorre até hoje. A festa cresceu de tal maneira que, conforme registros de O Estado em 1978, verificou-se a necessidade de mudança do local da festa. E foi o que aconteceu: as escolas passaram a desfilar no Anel Viário, próximo ao viaduto da avenida Getúlio Vargas. Havia, inclusive, a necessidade de colocação de arquibancadas, conforme registrado pelo periódico. De acordo com o jornal, “a arquibancada, além de facilitar a visão do público, é uma boa fonte de renda que poderia muito bem ser aproveitada pelas próprias escolas… Com a arquibancada, o número de visitantes poderia aumentar e a pista estaria livre para a passagem das escolas”.
Atualmente, as escolas de samba – que registram-se em uma liga organizada por elas mesmas – se apresentam em um espaço público denominado de Passarela do Samba, na área do Anel Viário, em São Luís. Entre os grupos mais famosos, estão a Turma do Quinto, a Turma de Mangueira, a Favela do Samba, a Flor do Samba, o Império Serrano, Marambaia, dentre outros.
Somadas às escolas de samba e seus brincantes, estão os chamados blocos organizados. De acordo com Fábio Henrique Monteiro Silva, em “O Reinado de Momo na Terra dos Tupinambás, permanências e rupturas no carnaval de São Luís”, antes os blocos organizados eram chamados de “charangas”. O termo “bloco organizado” passa a existir a partir da década de 1970, quando a então Maratur, ao organizar o carnaval de passarela, passou a padronizar os blocos.
Ainda de acordo com o trabalho, era costume ver estes blocos descendo o atual Parque do Bom Menino como o “Salgueiro de São Luís” – considerada turma “pesada” da folia na Ilha.
O pontapé da festa: largada dos blocos alternativos
Ao contrário de outras capitais brasileiras, em que o carnaval começa com a entrega da chave ao Rei Momo e sua corte, em São Luís, a “largada” da festa se dá no primeiro dia do ano, quando blocos alternativos como a Bandida e, principalmente, a Máquina de Descascar Alho dão início à folia.
Outros blocos neste contexto e considerados alternativos também surgiram, como o famoso bloco da imprensa. Este teve como nascedouro a redação de O Estado, a partir da iniciativa de profissionais, como Mário Reis (atualmente editor do periódico) e de Félix Alberto. Originalmente, o bloco surgiu com o intuito social, pois a partir da organização da festa – com o envolvimento de vários profissionais da imprensa maranhense – eram reunidos donativos que seriam revertidos para entidades carentes.
Atualmente, o bloco da imprensa é realizado no Centro Histórico sem fins lucrativos e que se tornou tradição no carnaval. Todos os anos, o carnaval dos profissionais da comunicação escolhe um tema como plano de fundo. No ano passado, o assunto abordado foi “Questão de Gênero, Número e Grau”.
