Leia entrevista exclusiva do jornalista, escritor, autista de alta performance, modelo fotográfico nacional, com destaque nacional.
1) Qual a sua opinião sobre a vida extraterrestre?
Com certeza, há vida extraterrestre nesta imensidão do Universo. O “sinal Wow”, de rádio, que durou 72 segundos, detectado, em 15 de agosto de 1977, pelo radiotelescópio Big Ear, nos Estados Unidos, abriu portas para esta forte teoria. Há uma teoria muito importante também que diz que civilizações extraterrestres muito avançadas podem retirar energia de sua própria estrela. Há trilhões de galáxias no universo observável e é impossível que não haja vida extraterrestre. Agora, a vida precisa de condições adequadas para florescer. Na Terra, várias condições foram preenchidas, sincronizadaa e alinhadas, de forma surpreendente, ao mesmo tempo, para a existência plena da vida. Um grande marco para a humanidade, com certeza, será a chegada dos extraterrestres com os todos os seus avanços tecnológicos.
2) E a Inteligência Artificial (IA)?
Eu, particularmente, compactuo das ideias do eminente médico e neurocientista Miguel Nicolelis de que este mecanismo “não é nem inteligente e nem artificial”. Obviamente que estas ferramentas tecnológicas facilitam muito as ações humanas (o que não pode é levar a humanidade à imbecilidade), mas esta tecnologia, se mal usada, pode atrofiar todos os nossos potenciais luminosos e criativos. A inteligência humana é analógica e nada, nenhuma tecnologia vai conseguir superar isso. As máquinas têm um limite que a inteligência humana não tem. Por isso que nós chegamos aonde chegamos com todos os avanços tecnológicos, mas jamais poderemos deixar de ser humano. Isto é essencial e especial.
3) E o aquecimento global?
Obviamente que todos os países precisam se unir, de forma contundente, prática e enérgica, para combater o aumento da temperatura no planeta, o que pode ameaçar a vida na Terra (esta falta de controle climático). Já tivemos cinco extinções em massa, no decorrer das eras, na Terra, e o ser humano pode ser responsável por sua própria extinção se não evitar a poluição descontrolada no planeta e a sua própria ganância. A vida merece mais cuidado e mais respeito. Temos que ter políticas mundias sérias e adequadas para preservação das vidas e do meio ambiente.
4) E os mecanismo da Sorte, da Mega-Sena, das loterias?
Na minha avaliação, a Sorte é uma forte vibração. O ser humano vibra em várias frequências. As emoções plasmam as ideias. Nos últimos anos, vários estudos científicos sérios e elevados têm analisado as ações do pensamento, ou seja, de que forma o pensamento é originado. O eminente psiquiatra suíço, por exemplo, Carl Gustav Jung estudou por 25 anos a Sincronicidade (coincidências significativas) antes de lançar a “Teoria da Sincronicidade”. Um estudo sério que mostra como as emoções bem canalizadas podem levar a resultados muito satisfatórios por meio da motivação, do entusiasmo. Tenho estudado, particularmente, bastante a importância da vibração das notas musicais, do espaço-tempo, da psicocinese, os aspectos mediúnicos, espíritas, parapsicológicos e a Sincronicidade, dentro do aspecto e do universo científico, nas atividades diárias do ser humano. O fato é que a Sorte é um mecanismo que sempre pode ser ativado por meio de visualizações e mentalizações portentosas. As pessoas podem, com certeza, criar o seu próprio estado mental e de sorte. Neste sentido, o autoconhecimento é fundamental. A Mega-Sena, todas as loterias seguem, com certeza, os modelos da Física Quântica e da Sincronicidade. Há uma comunicação entre os números. Um padrão muito avançado de energia que merece um estudo científico inovador.
5) E o sentido da vida?
Na minha avaliação, o sentido da vida está ligado ao autoconhecimento e à dedicação verdadeira às pessoas. Neste aspecto, o eminente psicólogo e psiquiatra austríaco, Viktor Frankl, criador da Logoterapia, escreveu “Em Busca de Sentido”, um livro memorável, após ele viver os horrores dos campos de concentração, na Segunda Guerra Mundial. O brilhante e elevado escritor, padre João Mohana, era admirador de Viktor Frankl, de suas ideias e de sua obra. João Mohana ajudou gerações a encontrar o sentido da vida por meio de suas ações, palestras, missas e obras luminosas, traduzidas para vários idiomas. João Mohana criou a Juac e ajudou a formar lideranças voltadas à espiritualidade e à plenitude humana. Destaco também os brilhantes psicólogos William Ferreira Gomes, Housang Kzarai e Clevane Pessoa Lopes, também poetisa, atualmente, em Minas Gerais. Pessoas muito importantes em minha formação, em todos os sentidos, assim como o padre João Mohana. Minha sempre gratidão. Aliás, a gratidão deve sempre fazer parte da vida das pessoas. Sou muito grato também à minha querida avó paterna, Maria Diniz Furtado (os meus outros avós e familiares, eu citei na entrevista anterior), por todos os ensinamentos numinosos.
6) Qual sua mensagem à humanidade?
Ser mais humana, fraterna, generosa; sem egoísmo. Só assim estaremos, de modo verdadeiro, em sintonia com Deus, por toda a eternidade…
7) A vida acaba no corpo?
Não! A vida possui dimensões elevadas, espirituais e eternas… Seguimos, com certeza, os planos do Criador: Deus. Neste sentido, somos voltados à evolução, antes de tudo, espiritual; depois, a material. A Terra é uma escola, um aprendizado constante. O nosso intento: a Plenitude Humana.

