Os serviços serão iniciados na primeira quadra da via, que vai da esquina da Rua do Passeio até a Fribal. “Há muito tempo lutamos por essa reforma, pois sabemos o quanto vai valorizar e revitalizar comercialmente a Rua Grande. Por isso estamos acompanhando o trabalho do Iphan e orientando o lojista a encontrar a melhor forma de manter sua atividade, numa situação que é passageira e trará muitos benefícios no futuro”, afirmou Fábio Ribeiro, presidente da CDL São Luís.
Mesmo com o início da obra de requalificação da Rua Grande, no centro da capital, previsto para abril, a Secretaria de Urbanismo e Habitação de São Luís (Semurh) ainda não informou quando se reunirá com representantes dos comerciantes informais para definir o local para onde os trabalhadores daquela área serão remanejados. Os ambulantes informaram que ainda não sabem e, apesar de se mostrarem contente com a obra, estão preocupados com sua situação e aguardam um posicionamento.
“Nenhum ambulante aqui é contra a obra na Rua Grande, mas até o momento ninguém nos informou quando vai começar e para onde nós vamos. Trabalho aqui há 37 anos. Hoje comercializo óculos e relógios. Sempre trabalhei e sustentei minha família como ambulante. O que queremos é um espaço para continuar trabalhando”, explicou o ambulante Gilson de Jesus Cunha Santos, de 50 anos.

