BRASÍLIA – Chegou ao
Supremo Tribunal Federal (STF) um inquérito que investiga suspeita de que o
senador José Sarney (PMDB-AP) teria recebido informação privilegiada antes de
resgatar R$ 2 milhões aplicados em fundos do Banco Santos um dia antes de o Banco
Central decretar intervenção na instituição financeira, em novembro de 2004.
Ele responde por crime contra do mercado de capitais. O inquérito estava na
Justiça Federal, mas foi transferido para o STF na última segunda-feira porque,
como parlamentar, Sarney tem direito ao foro especial.
Supremo Tribunal Federal (STF) um inquérito que investiga suspeita de que o
senador José Sarney (PMDB-AP) teria recebido informação privilegiada antes de
resgatar R$ 2 milhões aplicados em fundos do Banco Santos um dia antes de o Banco
Central decretar intervenção na instituição financeira, em novembro de 2004.
Ele responde por crime contra do mercado de capitais. O inquérito estava na
Justiça Federal, mas foi transferido para o STF na última segunda-feira porque,
como parlamentar, Sarney tem direito ao foro especial.
O relator do caso é o
ministro Dias Toffoli. Na quinta-feira, ele enviou os autos para a Procuradoria
Geral da República, que dará um parecer sobre o assunto. Se opinar pela
continuidade das investigações, o órgão poderá pedir diligências, como o
depoimento do acusado e o pedido de informações a outras instituições para
esclarecer melhor os fatos.
ministro Dias Toffoli. Na quinta-feira, ele enviou os autos para a Procuradoria
Geral da República, que dará um parecer sobre o assunto. Se opinar pela
continuidade das investigações, o órgão poderá pedir diligências, como o
depoimento do acusado e o pedido de informações a outras instituições para
esclarecer melhor os fatos.
A ação que apura se o
banqueiro Edemar Cid Ferreira cometeu crimes contra o sistema financeiro no
Banco Santos tramitou na 6ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo. O
banqueiro já foi condenado a 21 anos de prisão por crimes como gestão
fraudulenta, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, mas recorreu da
sentença e continua em liberdade.
banqueiro Edemar Cid Ferreira cometeu crimes contra o sistema financeiro no
Banco Santos tramitou na 6ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo. O
banqueiro já foi condenado a 21 anos de prisão por crimes como gestão
fraudulenta, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, mas recorreu da
sentença e continua em liberdade.
A parte da investigação
contra Sarney foi proposta pelo Ministério Público Federal em São Paulo. Um dos
indícios de que Sarney teria tido acesso a informações privilegiadas é a
amizade próxima do senador com Edemar Cid Ferreira. Segundo testemunhas, o
próprio banqueiro teria aconselhado o resgate do dinheiro.
contra Sarney foi proposta pelo Ministério Público Federal em São Paulo. Um dos
indícios de que Sarney teria tido acesso a informações privilegiadas é a
amizade próxima do senador com Edemar Cid Ferreira. Segundo testemunhas, o
próprio banqueiro teria aconselhado o resgate do dinheiro.
Fonte: http://extra.globo.com/noticias/brasil/supremo-investiga-sarney-por-crime-financeiro-12582498.html

