19/06/2024

Fã de Maria Bethânia lança livro sobre sua saga para ficar mais perto da cantora

Madrugar em fila, não perder nenhuma estreia, assistir ao mesmo show várias vezes, aguardar horas na porta do camarim para ver seu ídolo… Essas são atitudes comuns a muitas pessoas que amam algum artista, como o jornalista Carlos Jardim, fã da cantora Maria Bethânia. Sua saga para ficar mais perto da cantora virou tema do livro “Ninguém sabe quem sou eu (a Bethânia agora sabe!)”, lançado nesta quinta-feira pela editora Máquina de livros ( R$ 49, versão impressa e R$ 35, e-book), na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, às 19h.

Na obra, Jardim exibe itens da sua coleção particular sobre Maria Bethânia como fotos com ela, discos autografados, mensagens pessoais e curiosidades sobre bastidores. Além de sua história como fã, o livro também traz um panorama da carreira da artista. O autor ainda dirige e roteiriza o filme “Maria – Ninguém sabe quem sou eu”, estrelado pela própria cantora, que será exibido nos cinemas em setembro .

– Fã pode ir a lugares inimagináveis – diz Jardim, que já foi convidado pela cantora a tomar uma cerveja na casa dela, e já assistiu a um show no palco: – O filme é mais do que um sonho.

Veja curiosidades sobre o livro:

Fã adolescente

Carlos Jardim descobriu a força de Maria Bethânia aos 15 anos, ouvindo no rádio “Explode coração”. Pouco depois, em 1980, assistiu no Canecão ao primeiro show, “Mel”. Nunca mais parou, e chegou a ver o mesmo show seis vezes!

Fã estudante

Ainda cursando o ensino médio, Jardim conseguiu fazer uma entrevista com a artista para o jornal da esco- la. Tinha 17 anos e fez perguntas medíocres, claro. Mas uma delas ficou marcada para sempre: “Bethânia, o futuro te assusta?”. E ela, então com 34 anos: “O futuro me excita”.

Fã “ladrão”

O autor confessa no livro que ao longo desses anos cometeu muitos “crimes”: roubou uma estrela usada no palco para marcação de luz e imitações de pétalas de rosa, além de ter gravado clandestinamente vários shows. As provas dos delitos foram parar na capa do livro, mas ele não se preocupa. “Só confesso porque os crimes já prescreveram”, brinca.

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