“Passei por um caso de racismo no último jogo. No primeiro tempo, pude ouvir imitações de macaco, e não eram gritos isolados, mas sim de um grande grupo de pessoas. Isso se repetiu na saída para o intervalo. Levo isso como uma afronta pessoal e um insulto contra o clube. Essas coisas são absolutamente inaceitáveis e as autoridades do futebol precisam ser consistentes na briga contra o racismo”, revelou o jogador em entrevista ao “Sport Express”.
Os insultos teriam ocorrido aos 25 e 45 minutos do primeiro tempo. Por isso, o Spartak de Moscou deve ser obrigado a jogar suas partidas em casa com portões fechados. A Federação russa tem tomado esta medida no combate ao racismo. Há pouco mais de uma semana, o zagueiro Samba, do Dínamo, sofreu insultos e o Torpedo foi punido.
