
O Amazonas foi o Estado que registrou a maior média de punidos, com 11,6 expulsões por cada mil servidores, seguido do Mato Grosso do Sul (9,6), São Paulo (8,57) e Maranhão (8,51). No Ceará, a média ficou um pouco acima da nacional de 5,41, atingindo com 5,76 desde 2011.
O único comissionado a ser destituído no Estado foi o superintendente federal de Pesca e Aquicultura, que foi excluído por uso do cargo para benefício pessoal.
Nos últimos 14 anos, 6.209 servidores foram demitidos por práticas ilícitas, sendo a maioria no estado do Rio de Janeiro (1.096), no Distrito Federal (763) e em São Paulo (667). As pastas com a maior quantidade de estatutários expulsos foram o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (1.558), Ministério da Educação (1.031) e Ministério da Justiça e Cidadania (981).
O relatório de punições expulsivas é divulgado mensalmente no site do Ministério da Transparência, de forma a prestar contas à sociedade sobre a atividade disciplinar exercida no âmbito do Executivo Federal. As informações são consolidadas por meio do Sistema de Correição, que conta com uma unidade em cada ministério e é dirigido pela CGU, área vinculada ao Ministério da Transparência.
O órgão de controle interno mantém o Cadastro de Expulsões da Administração Federal (Ceaf), disponível no Portal da Transparência do Governo Federal. A ferramenta permite consultar, de forma detalhada, a punição aplicada ao servidor, órgão de lotação, data da punição, a Unidade da Federação (UF) e fundamentos legais.
