14/04/2024

Willian polemiza ao falar sobre relação com o Corinthians e dispara: ‘Brasil nunca mais’

O meia-atacante Willian, atualmente no Fulham, polemizou ao falar sobre sua relação com o Corinthians. Apesar de ser formado nas categorias de base do clube e ser repatriado pelo time do Parque São Jorge em 2021, o jogador afirmou que não tem vínculo com o Timão. O atleta de 34 anos, por outro lado, mostrou respeito ao Timão e disse retornou em forma de gratidão. “Tenho um respeito muito grande pelo Corinthians, é o clube onde fui revelado e criado. Mas não construí minha carreira profissional no Corinthians, então não posso dizer que tenho algum tipo de vínculo. Não sei se essa é a palavra, mas algum tipo de história no Corinthians como profissional. Sou grato pelo clube, vivi minha base lá, mas saí muito novo.

A volta de Willian ao Corinthians durou apenas 11 meses e foi extremamente conturbada. Além de colecionar lesões e ter um rendimento abaixo do esperado dentro de campo, o meia-atacante passou a conviver com ameaças de torcedores nas redes sociais. Assim como na época em que deixou a equipe, em agosto do ano passado, o jogador segue afirmando que preferiu deixar o Timão por causa da sua segurança e de sua família. “Sei que alguns torcedores não entenderam a minha saída, falaram que eu estava com frescura. Aí também eles só entendem o que eles quiserem, não tenho como agradar a todos. É um clube gigante com uma torcida muito grande, e o que passei foi com a minoria. Mas, ao mesmo tempo, foi uma minoria que causou um impacto emocional grande para a minha família e pessoas próximas a mim. O que fica é o respeito pela entidade que é o Corinthians”, comentou.

Ao todo, Willian disputou 45 jogos na sua segunda passagem pelo Corinthians, com apenas um gol marcado em 11 meses. Segundo o jogador, sua ideia é não retornar ao Brasil. “Quando você critica o jogador na bola, você fala que ele não foi bem, isso acontece. Jogador não é uma máquina, também vai ter os dias bons e ruins. Só que às vezes não aceitam os dias ruins. O que eu vejo no Brasil é uma pressão às vezes desumana, que leva para a base da violência, ameaça a família, os filhos. Quando toca nessa parte, já muda. Tenho que