14/04/2024
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BATISTUTA QUASE NÃO CONSEGUE ANDAR

Quem não se lembra de Gabriel Batista, atacante clássico e oportunista da argentina que arrancava suspiros das mulheres com seus belos olhos azuis, e que era o terror de muitos goleiros pelo seu faro de gol? Pois bem, o ex-craque vive atualmente um drama pessoal,.Ele tem sérias lesões nas pernas.Batistuta mal consegue caminhar. Não consegue mais ficar em pé por mais de meia hora por causa de seus problemas de joelho

Com 40 anos, o jogador teve seu auge no futebol italiano, tanto na Fiorentina quanto na Roma. Batistuta apareceu já muito tarde no futebol, pois só aos dezessete anos deixou o basquetebol para dedicar-se à modalidade onde fez carreira como goleador.

Em 1988, ao serviço do clube argentino Newell’s Old Boys, fez a sua primeira época como profissional, onde foi vice-campeão da Copa Libertadores da América, a competição mais importante de clubes América do Sul.

No ano seguinte, mudou-se para o River Plate de Buenos Aires, uma das maiores equipes da Argentina, onde conquistou pela primeira vez o campeonato do seu país. Mas também aqui esteve pouco tempo, já que logo na época seguinte 1990/1991 se transferiu para o clube rival da cidade, o Boca Juniors, onde se sagrou campeão e artilheiro do campeonato.

Foi então que se afirmou definitivamente como goleador, o que em 1991 lhe valeu a primeira convocatória para representar a Seleção Argentina num jogo contra a Seleção Brasileira. Nesse mesmo ano, venceu com a Argentina a Copa América, a mais importante competição sul-americana de seleções. Batistuta foi artilheiro do torneio ao marcar seis gols, um deles na final contra o Brasil.

O valor de Batistuta começou a ser reconhecido internacionalmente e, nesse mesmo ano, foi jogar para o importante campeonato italiano, onde passou a alinhar pela Fiorentina, clube de Florença que alinhava na Série A italiana. Depois de algumas dificuldades de adaptação, Batistuta impôs-se definitivamente na equipa na temporada 1992/1993, tendo marcado 13 gols em 27 jogos. Contudo, o Fiorentina desceu de divisão, mas Batistuta manteve-se fiel a equipe e esperou um ano para voltar a jogar na Série A. Regressou ao mais importante campeonato italiano em 1994/1995 e logo nessa temporada foi o melhor marcador com 26 gols.

Em 1993, Batistuta participou da conquista da Copa América depois de na final a Argentina ter ganho a Seleção Mexicana marcando dois gols nesse jogo. O avançado também esteve presente no Campeonato do Mundo que em 1994 teve lugar nos EUA, onde foi o novamente artilheiro da Argentina com quatro gols. No Mundial 1998 foi o goleador da seleção argentina na França ao apontar cinco gols.

Apesar de já ser considerado um dos melhores atacantes do mundo e de ter muitas propostas de clubes de topo europeus, Batistuta optou por permanecer diversas épocas no Fiorentina, clube mediano em nível europeu. A seu lado na equipe esteve o internacional português Rui Costa. Essa fidelidade valeu-lhe uma estátua oferecida pelos adeptos da equipe.

Apenas na temporada 2000/2001 Batistuta mudou de clube, passando a representar a importante AS Roma, protagonizando a até então segunda mais cara transferência de sempre do futebol mundial. Logo nessa época, a AS Roma foi campeão de Itália, algo que já não acontecia desde a época 1982/1983 contribuindo com vinte gols.

Em 2003, e após uma época apagada na AS Roma, e depois de uma breve passagem pelo Inter de Milão, Batistuta rumou ao Al-Arabi do Qatar, que nos últimos anos tem oferecido excelentes condições monetárias a futebolistas em fim de carreira. Lá, ganhou um campeonato e foi o melhor marcador com 23 golos. Abandonou o futebol em 2005. Depois, treinou o Albacete.

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