22/02/2024
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Edivaldo faz reunião com representantes de agremiações carnavalescas

Foto: Edivaldo faz reunião com representantes de agremiações carnavalescas  Representantes de agremiações carnavalescas da capital se reuniram na tarde desta terça-feira (22) com o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, no Palácio La Ravardière. Edivaldo fez uma explanação panorâmica dos problemas que encontrou ao assumir a prefeitura e propôs que seja feito, desde agora, um planejamento integrado com as escolas de samba para o carnaval de 2014. “Vamos construir, desde já, ao lado de vocês, um grande carnaval em 2014”, afirmou Holanda Júnior.  Na companhia do presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func), Francisco Gonçalves, o chefe do executivo municipal esclareceu novamente que devido às dificuldades financeiras enfrentadas pela gestão municipal - uma dívida de cerca de R$ 1 bilhão deixada pela administração anterior - não será possível destinar investimentos de maior monta na festa deste ano.    “Eu queria poder dar essa boa notícia de que a prefeitura poderia bancar a estrutura da montagem da passarela do samba, mas o momento é muito difícil. Achamos a prefeitura com um rombo, muitas dívidas deixadas pelo ex-prefeito e não há, portanto, recursos suficientes para que possamos atender essa demanda. E é dentro desse relacionamento de confiança estabelecido entre nós que infelizmente digo isso, pois só podemos assumir compromissos com aquilo que podemos cumprir”, lamentou Edivaldo.  A decisão de não participar do desfile na Passarela do Samba foi anunciada pelas próprias entidades que representam as escolas de samba de São Luís no último dia 16. Na época, as escolas se recusaram a participar do evento porque a Prefeitura informou que não poderia pagar cachê pelo desfile.   Em meio à discussão desta terça-feira (22), os carnavalescos apresentaram a sugestão de uma passarela do samba fixa (sambódromo) na capital. O presidente da Func, Francisco Gonçalves, informou que há um projeto em estudo pela Prefeitura, a Arena Cultural, que será um espaço coletivo destinado a atividades, ações e eventos culturais da cidade.   Além das entidades carnavalescas, a reunião contou com a presença de representantes da União das Escolas de Samba do Estado do Maranhão (UESMA), Associação Maranhense de Blocos Carnavalescos (AMBC) e Academia de Blocos Tradicionais do Estado do Maranhão (ABTEMA). O secretário municipal de Comunicação, jornalista Márcio Jerry, também acompanhou os trabalhos. Carnaval garantido Os eventos carnavalescos estão assegurados com recursos na ordem de R$ 1 milhão que será utilizado para custeio dos gastos com palco, som, iluminação, banheiros químicos e atrações artísticas de bailes e eventos comunitários. De acordo com o regulamento do Carnaval de Passarela compete à Prefeitura de São Luís, através da Func, adotar medidas relativas ao funcionamento da avenida do desfile, bem como higienização, segurança, sonorização, cachê dos jurados e iluminação dentro da passarela e na extensão da concentração. O custeio dos gastos foi assegurado pela Func. O prefeito determinou que 50% do valor destinado ao Carnaval de 2013 fossem transferidos para a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS). A decisão foi tomada após as entidades que representam as escolas de samba da capital informarem que não participariam do desfile na Passarela do Samba.
Representantes de agremiações carnavalescas da capital se reuniram na tarde desta terça-feira (22) com o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, no Palácio La Ravardière. Edivaldo fez uma explanação panorâmica dos problemas que encontrou ao assumir a prefeitura e propôs que seja feito, desde agora, um planejamento integrado com as escolas de samba para o carnaval de 2014. “Vamos construir, desde já, ao lado de vocês, um grande carnaval em 2014”, afirmou Holanda Júnior.

Na companhia do presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func), Francisco Gonçalves, o chefe do executivo municipal esclareceu novamente que devido às dificuldades financeiras enfrentadas pela gestão municipal – uma dívida de cerca de R$ 1 bilhão deixada pela administração anterior – não será possível destinar investimentos de maior monta na festa deste ano.  
“Eu queria poder dar essa boa notícia de que a prefeitura poderia bancar a estrutura da montagem da passarela do samba, mas o momento é muito difícil. Achamos a prefeitura com um rombo, muitas dívidas deixadas pelo ex-prefeito e não há, portanto, recursos suficientes para que possamos atender essa demanda. E é dentro desse relacionamento de confiança estabelecido entre nós que infelizmente digo isso, pois só podemos assumir compromissos com aquilo que podemos cumprir”, lamentou Edivaldo.
A decisão de não participar do desfile na Passarela do Samba foi anunciada pelas próprias entidades que representam as escolas de samba de São Luís no último dia 16. Na época, as escolas se recusaram a participar do evento porque a Prefeitura informou que não poderia pagar cachê pelo desfile.

Em meio à discussão desta terça-feira (22), os carnavalescos apresentaram a sugestão de uma passarela do samba fixa (sambódromo) na capital. O presidente da Func, Francisco Gonçalves, informou que há um projeto em estudo pela Prefeitura, a Arena Cultural, que será um espaço coletivo destinado a atividades, ações e eventos culturais da cidade.

Além das entidades carnavalescas, a reunião contou com a presença de representantes da União das Escolas de Samba do Estado do Maranhão (UESMA), Associação Maranhense de Blocos Carnavalescos (AMBC) e Academia de Blocos Tradicionais do Estado do Maranhão (ABTEMA). O secretário municipal de Comunicação, jornalista Márcio Jerry, também acompanhou os trabalhos.
Carnaval garantido

Os eventos carnavalescos estão assegurados com recursos na ordem de R$ 1 milhão que será utilizado para custeio dos gastos com palco, som, iluminação, banheiros químicos e atrações artísticas de bailes e eventos comunitários.

De acordo com o regulamento do Carnaval de Passarela compete à Prefeitura de São Luís, através da Func, adotar medidas relativas ao funcionamento da avenida do desfile, bem como higienização, segurança, sonorização, cachê dos jurados e iluminação dentro da passarela e na extensão da concentração. O custeio dos gastos foi assegurado pela Func.

O prefeito determinou que 50% do valor destinado ao Carnaval de 2013 fossem transferidos para a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS). A decisão foi tomada após as entidades que representam as escolas de samba da capital informarem que não participariam do desfile na Passarela do Samba.

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